Como os Containers de aplicativos são compatíveis com DevOps

Autor: Thomas Di Giacomo

As impressões de Thomas Di Giacomo, CTO da SUSE, mostram um futuro empresarial baseado em TI e na nuvem, definido por software. Antes de entrar na SUSE, Di Giacomo trabalhou como CTO e vice-presidente de inovação na Swisscom Hospitality Services, além de CTO do Hoist Group, um fornecedor global de serviços de TI para os setores de hotelaria e saúde. Ele tem experiência em plataformas open source, suporte e desenvolvimento de sistemas de informação global e tecnologias.

Como discutimos no artigo de setembro de 2016, como parte de nossa série DevOps, para que as empresas continuem a ser relevantes, além de expandir e inovar, elas precisam se adaptar e atender a requisitos ainda mais flexíveis e ágeis, ao mesmo tempo que controlam seus custos e esforços. As ferramentas, os processos e a cultura de DevOps fornecem uma metodologia essencial para atender a essa demanda.

Containers não são uma tecnologia nova. Há anos existem containers de sistema no Linux. Nos últimos anos, no entanto, temos visto um alto número de novos desenvolvimentos e da adoção de containers de aplicativos e de ferramentas simplificadas para eles. Containers focados em aplicativos facilitam DevOps, IC/CD e aplicativos com base em microsserviços, permitindo, assim, que as empresas aprimorem seus processos, sua qualidade e seu tempo de comercialização.

A "containerização" é uma grande ferramenta para reunir desenvolvedores e operadores de TI como um recurso compartilhado na integração e na entrega contínuas. O mesmo também se aplica ao que acontece com aplicativos nativos em nuvem que atendem, integral ou parcialmente, aos 12 fatores. Além disso, a "containerização" pode ser aplicada a aplicativos legados e a estratégias de migração de aplicativos.

Criação e ambiente de teste

Pense nos containers de aplicativos como aplicativos sem interação e independentes, como de iPhone. Eles são completamente isolados e alocados em um ambiente de testes; portanto, evitam que exista interação ou impacto entre si ou com o sistema operacional subjacente.

Os containers também são fortemente acoplados à arquitetura do aplicativo em si. Eles frequentemente promovem, ou pelo menos suportam, a divisão de aplicativos monolíticos tradicionais em aplicativos "à la carte" ou aplicativos baseados em microsserviços.

Os containers de aplicativos facilitam a etapa de construção tradicional do fluxo de DevOps. Da definição e do formato das imagens do container até o modo de armazenar e buscar em um registro seguro público ou privado, os containers oferecem diversas etapas automatizadas e rapidamente monitoradas.

Processo de DevOps
Envio e implantação
Envio de container

A analogia do container também é válida para a forma como os containers são enviados e transportados. No oceano digital, eles seguem os fluxos de DevOps: da propagação em fases até os ambientes de teste e de produção, da infraestrutura nas instalações e data centers até nuvens heterogêneas particulares e privadas. E quando chegam a seus destinos, asseguram que o container e seu conteúdo operem exatamente da mesma maneira que na origem. O processo também assegura que, supondo o empacotamento correto da imagem do container, os containers serão executados de maneira semelhante nos diferentes portos em que estão localizados.

Esse é outro valor que a "containerização" de aplicativos acrescenta às DevOps: ela facilita a reimplantação do mesmo aplicativo, desde o ambiente de desenvolvimento até o ambiente de testes e o ambiente de produção.

Execução e manutenção

O uso de containers nessa fase de DevOps fornece muitos benefícios. Da forma como foram projetados, containers são fáceis de serem dimensionados; portanto, facilitam como os aplicativos podem ser expandidos ou diminuídos com base nas necessidades comerciais, na expansão e crescimento de novos aplicativos de negócios, e assim por diante. Quando executados em tempo real, os containers também possibilitam estratégias multinuvem mais dinâmicas. Por exemplo, workloads podem ser descarregadas para a nuvem em períodos de pico e, depois, retornadas às instalações quando houver menos demanda e recursos internos estiverem disponíveis.

Loop

A última etapa do fluxo de DevOps é voltar ao desenvolvimento a partir da fase de execução, fornecendo análises e detalhes sobre o desempenho do aplicativo para que novas melhorias possam ser feitas no aplicativo. Essa etapa também inclui outras entradas, como solicitações de recursos, patches e correções que precisam ser feitas na próxima iteração do aplicativo (também podem ser adicionadas durante outras etapas no fluxo). Durante essa etapa, os containers acrescentam um nível adicional de análise no topo do aplicativo em si, como cenários de expansão/retração e monitoramento do desempenho dos próprios containers.

Conclusão e outras considerações

A maior parte das ferramentas SUSE detalhadas na Parte 1 dessa série já são compatíveis com fluxos baseados em container, e estamos constantemente trabalhando para melhorá-las. Na verdade, nosso novo produto SUSE CaaSP (Container as a Service Platform, Container como uma Plataforma de Serviço) estará disponível para uma versão beta pública no final de março. Isso facilitará ainda mais a utilização de containers para DevOps, pois o elemento de organização ajuda a acelerar a rotação dos containers para desenvolvedores, testes, e assim por diante, em seus respectivos ambientes, em suas respectivas infraestruturas abstratas e conjunto de recursos.

O SUSE CaaSP é uma plataforma de infraestrutura para containers que permite provisionar, gerenciar e dimensionar aplicativos com base em container. Ele inclui três componentes: MicroOS, baseado em SLES; Kubernetes, para gerenciamento de containers; e configuração baseada em Salt, para configurar componentes além de mecanismos de container como o software de código-fonte aberto Docker e os containers Linux (LXC). Para obter mais informações, consulte o webinar SUSE Container as a Service Platform—An Introduction (Container SUSE como uma Plataforma de Serviço - introdução).

Envio de contêiner

Armazenamento e containeres também são atendidos. Dados em containeres desaparecem com o contêiner. Toda a sua finalidade na vida é desaparecer facilmente, por assim dizer, para incentivar um projeto sem informações de estado, mesmo que nem sempre seja possível alcançar isso 100% do tempo. Como resultado, o armazenamento persistente e os dados desempenham uma função importante em termos de assegurar a consistência no fluxo de DevOps quando são usados containers.

O projeto de rede também é uma área específica a ser considerada, particularmente no contexto de múltiplas nuvens. Existem soluções para lidar com as necessidades de projeto de rede pelo agrupamento dos requisitos de configuração da rede de um aplicativo específico, juntamente com a descrição de seu container, por exemplo.

Por último, mas não menos importante, além do controle, os atributos gerais de estabilidade, confiabilidade e segurança em várias camadas dos containers são absolutamente críticos para a adoção de DevOps empresariais.

No SUSE, conhecemos bem DevOps. Agradecemos a oportunidade de conversar com você sobre projetos de DevOps e como podemos ajudar a torná-los uma realidade!

Na parte final dessa série de DevOps, falaremos sobre a Plataforma como serviço (PaaS), além dos Containers como serviço, o que possibilita ainda mais que os desenvolvedores construam aplicativos, de forma conjunta e adicional em relação aos princípios de DevOps.

A economia digital: uma realidade crescente

Por: Terri Schlosser

Terri Schlosser, chefe de marketing de produto e solução SUSE, tem 20 anos de experiência no setor de Software de TI. Trabalhou anteriormente na Rackspace, como Gerente de Marketing Sênior para sua oferta de nuvem privada gerenciada e, antes disso, passou mais de 15 anos na IBM. Sua experiência inclui marketing, desenvolvimento de software, gerenciamento de produto e estratégia em várias áreas diferentes de software de TI, incluindo projeto de rede, armazenamento, gerenciamento, sistemas operacionais e OpenStack. Terri também tem experiência internacional, tendo trabalhado com equipes de todo o mundo, além de ter sido designada internacionalmente por 2 anos na Cracóvia, Polônia. Ela é Bacharel e Mestre em Matemática.

O aumento cada vez maior das expectativas do usuário e do consumidor

A TI de negócios móvel e sempre ativa está em ascensão há anos e, de acordo com analistas do setor, continuará a aumentar no panorama dos negócios nos próximos anos. A estimativa de 4,23 bilhões de smartphones de 2014 crescerá para uma projeção de 4,77 bilhões até o final deste ano e para uma projeção de 5,07 bilhões até 2019. (Fonte: Statista) A transformação digital que esses dispositivos têm criado mudou as expectativas do consumidor e do usuário. (Consulte a Figura 1)

Figura 1

Figura 1: Fragmentos de estudos sobre lítio e da Vanson Bourne (fonte: “Can Companies Keep up with Soaring Customer Expectations”, eMarketer, junho de 2015).

Os desafios dos negócios são óbvios

O crescimento das expectativas do usuário e do consumidor apresentam desafios evidentes para os negócios e seus departamentos de TI, mas eles não são os únicos desafios que os departamentos de TI enfrentam. A TI deve ter a agilidade e a flexibilidade para responder não só ao aumento das expectativas, mas também às necessidades comerciais, como a manutenção da privacidade e segurança dos dados para conformidade com normas. E precisam da capacidade de suportar com segurança os usuários de negócios que compram serviços de nuvem pública por conta própria sem levar em conta a segurança ou a conformidade com normas. O efeito da TI nas sombras que esses usuários introduzem tem o potencial de colocar tanto os dados dos negócios como os dados dos consumidores em risco.

Os departamentos de TI devem atender a todas essas necessidades, bem como às demais necessidades comerciais, ao mesmo tempo em que também realizam tarefas manuais que fazem pouco mais do que manter as luzes acesas, o que é difícil.

O crescimento dos dados resultante das tecnologias móveis, como bancos online, aplicativos de saúde digital, acessórios e sensores conectados à Internet, entre outras, compõem os desafios que as organizações enfrentam nas linhas de frente de aplicativos e armazenamento de dados. As organizações de TI de todos os setores devem armazenar, gerenciar e proteger de forma eficiente esses dados sem incorrer em custos adicionais, porque, conforme reportado pela Gartner no final 2016, os orçamentos de TI empresarial estão estáveis ou aumentando muito pouco. Essa carência de recursos orçamentários requer que a TI atenda às necessidades de armazenamento, processamento e de projeto de rede dos negócios digitais ao mesmo tempo em que reduz as despesas operacionais e de capital. (Consulte “Gartner Says Global IT Spending to Reach $3.5 Trillion in 2017”, um press release de outubro de 2016 da Gartner)

As palavras ágil e flexível devem se aplicar à infraestrutura que fornece suporte a serviços digitais confiáveis, de ponta e móveis, bem como aos departamentos de TI que oferecem esses serviços. As infraestruturas da Era da Inovação permitem que os negócios forneçam novos e atualizados serviços cada vez mais rapidamente. Em seu artigo de 2014 intitulado “Three Essential Steps to a Software-defined Data Center”, Brandon Butler, da Network World, discute a necessidade de um projeto de rede definido por software, apontando que mais de 70% dos usuários finais esperam que um projeto de TI leve menos de duas semanas, enquanto 40% dos gerentes de TI ainda devem usar lentos processos manuais para reconfigurar as infraestruturas de suas organizações para acomodar as alterações solicitadas por esses usuários.

Desafios, conhecer sua solução definida por software

As soluções de infraestrutura definida por software oferecem um modo promissor de lidar com os muitos desafios que as organizações de TI enfrentam. Modernizar seus data centers para infraestruturas definidas por software permite aos departamentos de TI gerenciar os dados crescentes; possibilitar a inovação; e acelerar o tempo de colocação no mercado com agilidade, estabilidade e economia de custos.

Adquirir a agilidade para provisionar e entregar recursos mais rapidamente

O aprovisionamento de recursos em data centers tradicionais é complexo e demorado. Ele pode levar semanas ou meses. Em contraste, com uma infraestrutura definida por software, os departamentos de TI podem provisionar recursos em dias ou horas - e com menos intervenção manual, graças à automação e recursos de autoatendimento baseados em nuvem. O aprimoramento da agilidade permite que a TI forneça recursos de maneira rápida e que as unidades de negócios melhorem o tempo de colocação no mercado de novos serviços ou aplicativos, uma incontestável vantagem competitiva.

Os data centers com armazenamento definido por software têm recursos de armazenamento ilimitados, o que proporciona a agilidade de escalonar conforme o crescimento das operações de negócios. Os negócios digitais podem hospedar e manter de maneira eficiente grandes armazéns de dados que incluem áudio, vídeo, gráficos e outros arquivos da ordem de terabytes - exatamente os tipos de armazéns de dados que suportam os aplicativos modernos que os clientes mais querem.

Assegurar a continuidade dos negócios

Infraestruturas definidas por software permitem que as organizações adotem novas tecnologias sem sacrificar a confiabilidade e a estabilidade que tanto precisam. Elas também oferecer uma continuidade de negócios superior, permitindo que as organizações evitem os problemas de um tempo de espera não planejado.

Por exemplo, implantações de armazenamento definido por software bem projetadas não possuem nenhum ponto único de falha e oferecem arquiteturas altamente redundantes para resiliência e disponibilidade do sistema. E os recursos de autorrecuperação mantêm o envolvimento do administrador de armazenamento no mínimo e a disponibilidade dos aplicativos no máximo, mesmo após uma falha de hardware.

Reduzir custos

Departamentos de TI de todo o mundo enfrentam uma enorme pressão para fazer mais com menos. Quanto menos? De acordo com o mencionado anteriormente no relatório da Gartner, os gastos em TI realmente caíram 0,3% em 2016. E, embora o relatório projete um aumento nos gastos em 2017 (de 2,9%), não é o suficiente para compensar a despesa de enfrentar os desafios que a primeira seção deste artigo introduziu. Felizmente, infraestruturas definidas por software são capacitadores naturais dos esforços de se fazer mais com menos. As infraestruturas definidas por software otimizam as operações, possibilitando que a TI reduza as despesas operacionais. Soluções bem projetadas também incluem diversas ferramentas que fornecem recursos de gerenciamento automatizado e de administração de armazenamento. Essas ferramentas permitem às organizações gerenciar seus data centers com o pessoal existente, sem a necessidade de treinamento especializado. O resultado é a redução dos custos de despesas gerais de TI.

Para reduzir ainda mais os custos, as organizações podem optar por soluções flexíveis de código-fonte aberto que demandam pouca ou nenhuma despesa com software, além do suporte, e que trabalham com produtos de múltiplos fornecedores, o que elimina custosos bloqueios de fornecedores. E, como as infraestruturas definidas por software permitem que as organizações usem hardware de consumo e outras infraestruturas que eles já possuem atualmente em execução nos seus data centers, as infraestruturas definidas por software também diminuem as despesas de capital.

Quanto uma atualização para uma infraestrutura definida por software pode economizar? Usando o armazenamento definido por software como exemplo, uma pesquisa indica que isso pode resultar em uma economia de 30% em comparação com soluções NAS (Network Attached Storage) de capacidade média e em uma economia de pelo menos 50% em comparação com uma matriz de disco de médio porte com capacidade otimizada média.

SUSE tem soluções de código-fonte aberto de nível empresarial

Selecionar uma base de hardware e software para uma infraestrutura definida por software de nível empresarial exige uma atenção especial. Afinal, é uma decisão importante. Soluções de código-fonte aberto, como o SUSE Linux Enterprise Server (SLES), oferecem às organizações a liberdade de utilizar seus investimentos existentes tanto em sistemas físicos como virtuais. Ao optar pelo código-fonte aberto, as organizações também obtêm acesso rápido a inovações aceleradas, pelas quais grandes e robustas comunidades de código-fonte aberto são famosas. E, no caso do SUSE Linux Enterprise Server (SLES), as organizações recebem a vantagem adicional de testes especializados e suporte confiável.

Escolha as soluções SUSE para a infraestrutura definida por software de sua organização
Apenas um fornecedor de código-fonte aberto de nível empresarial, como a SUSE, é ágil e flexível o bastante para oferecer compatibilidade com tecnologias como o Projeto de código-fonte aberto Docker e os contêineres Linux - tecnologias que permitem às organizações inovar com maior rapidez, ao mesmo tempo que continuam a fornecer a estabilidade, a escalabilidade e a continuidade de negócios de que elas precisam, tudo isso em um projeto duradouro que resistirá por muitos anos.

A SUSE é pioneira em soluções de código-fonte aberto para empresas. Além do SUSE Linux Enterprise Server (SLES), a SUSE oferece um conjunto completo de soluções que permitem que as organizações transformem seus data centers tradicionais infraestruturas definidas por software que suportam as modernas metodologias e processos de DevOps. Por exemplo, o SUSE OpenStack Cloud aloca dinamicamente recursos de processamento, armazenamento e de projeto de rede conforme a demanda e inclui acesso de autoatendimento para oferecer os serviços e aplicativos que os clientes precisam no momento em que precisam. Construído em tecnologia Ceph, que reduz despesas operacionais e de capital, o SUSE Enterprise Storage fornece uma infraestrutura de armazenamento de autogerenciamento e autorrecuperação. E o SUSE Manager fornece uma solução de gerenciamento de infraestrutura robusta que suporta múltiplas distribuições Linux; plataformas de hardware; e ambientes físicos, virtuais e em nuvem. Em conjunto ou separadamente, cada um desses recursos vai além de ajudar as organizações a conseguir a inovação.

Para saber mais sobre as diversas maneiras pelas quais a SUSE capacita as infraestruturas definidas por software a atender as necessidades de uma economia digital, visite: https://www.suse.com/solutions/digital-transformation/.

As quatro coisas que as empresas mais detestam sobre armazenamento

Por: Jason Phippen

Jason Phippen é líder de Marketing de Produtos do SUSE Enterprise Storage, a nova oferta de armazenamento definido por software da SUSE. Jason tem mais de 15 anos de experiência em marketing de soluções e produtos e trabalhou em empresas, como VERITAS, Computer Associates e Emulex, antes de se juntar à SUSE em 2014.

Quando você pensa sobre gastar dinheiro em casa, você pensa em coisas que podem facilitar sua vida e torná-la mais agradável: uma ampliação da cozinha para que toda a família possa se sentar à mesa no Natal - mesmo os seus sogros; o quarto extra e a privacidade de uma suíte no seu quarto. Esse tipo de gastos é empolgante porque ele torna a sua vida melhor: você e sua esposa sentados juntos à noite e realmente gostando de planejar as obras. Há outro tipo de trabalho em caso também, igualmente complicado e necessário, mas simplesmente desagradável de modo geral.

Essa é a terrível verdade de que o telhado já deu o que tinha que dar e agora precisa de uma reforma completa - e cara. O boiler de aquecimento central que simplesmente não funciona mais, deixando você sem outra escolha a não ser substitui-lo. Não é de surpreender que nós não gostamos desse tipo de gastos, desse dinheiro "perdido" que não faz nada para melhorar a nossa vida e simplesmente sustenta a nossa atual condição. Você pode sentar e planejar a obra com sua esposa... Mas dessa vez você não fará isso com uma taça de vinho na mão e um semblante animado.

Quando se trata de melhorar a empresa, os gastos com armazenamento têm o mesmo status de uma obra no telhado, não importa quão elegante seja a engenharia, isso raramente é uma fonte de satisfação. Eles são um custo que "desce pelo ralo", algo que precisa ser feito para manter as coisas funcionando. Assim, portanto, não é de surpreender que o que mais detestamos em primeiro lugar, quando se trata de armazenamento é o custo. Em uma pesquisa independente conduzida pela Loudhouse para a SUSE, 80% de cerca de 1200 responsáveis pela tomada de decisões sobre armazenamento em todo o mundo citaram o custo do armazenamento como sua maior frustração. Nós não gostamos de pagar por isso, mas pagamos mesmo assim de olhos fechados: as contas de armazenamento somam impressionantes 7% dos gastos de TI.

Seguindo bem de perto, com 74%, a segunda coisa que mais detestamos é o desempenho. Já é ruim o bastante que o chefe da empresa tenha que gastar todo esse dinheiro em coisas que realmente não melhoram o resultado, mas quando você gasta o dinheiro e ainda assim não obtém o desempenho, isso é como substituir o telhado apenas para descobrir que ele ainda tem vazamentos.

A terceira coisa que mais detestamos é a complexidade. Você está planejando obras que não queria fazer, que não acrescentam nada à sua felicidade, e, então, descobre que não vai ser nada fácil. Um trabalho realmente árduo. Você pensou que o telhado fosse uma parte só da obra, mas não é. Os antigos proprietários da casa usaram diversos construtores diferentes, os quais usaram materiais diferentes que, de alguma maneira, conseguiram funcionar bem juntos. Há todas essas calhas e canos conduzindo água por todo o lado ao invés de uma única e coerente estrutura. Corrigir isso vai exigir uma consideração meticulosa que o afasta por muito tempo de outros projetos mais interessantes.

Disso se origina o quarto ponto que mais detestamos, a “incapacidade de suportar a inovação” e a “falta de agilidade”. Você que, em algum momento, fazer aquela ampliação e fazer obras que realmente melhorem a sua qualidade de vida — ou seja, o resultado da sua empresa. Conforme você divisa essa meta, no entanto, não deseja descobrir o estado do telhado que está travando você. Como geralmente acontece.

OK, vamos fazer uma revisão: o armazenamento é muito caro, ele não tem um desempenho tão bom como queremos e precisamos, é absurdamente complicado e nos impede de fazer um trabalho muito valioso. Esses são motivos muito bons para detestarmos o armazenamento e existem muitos outros para gostarmos do armazenamento de código-fonte aberto definido por software: cortar custos, melhorar o desempenho, reduzir a complexidade e liberar tempo para se concentrar nas coisas que podem efetivamente melhorar os negócios.

SUSE consolida sua posição na arena como serviço

Por: Robin Rees

Robin é um veterano de comunicações com 20 anos de experiência especializado em construir consciência de marca e preferências de mercado para soluções de tecnologia empresariais. Sua experiência de agência inclui liderar a equipe de relações com analistas da Microsoft na WE Communications, bem como liderar diversas equipes na conta SAP da agência. A experiência corporativa de Robin inclui funções globais para grandes do setor, como a Boeing, e pequenas firmas de tecnologia empresarial à procura de expandir seus mercados e lançar novos produtos

SUSE consolida sua posição na arena como serviço

De acordo com a pesquisa da RightScale de 2017, State of the Cloud, a maioria das empresas está executando seus workloads na nuvem, uma a descoberta que valida o foco estratégico da SUSE em fortalecer sua atuação no mundo dos aplicativos e da infraestrutura definida por software de código-fonte aberto da computação em nuvem de categoria empresarial. Os últimos passos da SUSE para alcançar esse objetivo fizeram valiosos avanços nas arenas empresariais da IaaS (Infrastructure-as-a-Service, Infraestrutura como um Serviço) e PaaS (Platform-as-a-Service, Plataforma como um Serviço). Ou seja, a SUSE recentemente adquiriu diversos dos maiores atores em IaaS e PaaS de seus parceiros, como a Hewlett Packard Enterprise. Uma dessas aquisições foi a tecnologia OpenStack IaaS, outra é a tecnologia Cloud Foundry PaaS e, uma terceira, é um capital humano, na forma de talentosos especialistas em OpenStack e Cloud Foundry.

Planos iniciais para tecnologias OpenStack

A OpenStack está posicionada para se tornar um significativo habilitador de inovações no espaço da infraestrutura definida por software, sendo precisamente por isso que a SUSE iniciou as negociações para adquirir as tecnologias OpenStack IaaS da HPE. Os clientes empresariais da SUSE perceberão os primeiros benefícios das tecnologias OpenStack que foram adquiridas quando elas forem integradas ao SUSE OpenStack Cloud. A adição criará uma solução ainda mais sólida, com novos recursos e recursos aprimorados que permitirão às empresas lidar com uma maior variedade de casos de uso.

SUSE é um membro Platinum da OpenStack Foundation, o que significa que ela não só contribui para a comunidade OpenStack, como também para o software OpenStack. A SUSE continuará a fazer isso.

Planos para PaaS com Cloud Factory

O Cloud Foundry está para a PaaS assim como o OpenStack está para a IaaS. A SUSE planeja usar seus bens do Cloud Foundry PaaS recentemente adquiridos para desenvolver e entregar uma solução pronta para uso empresarial totalmente certificada que acelerará sua entrada no mercado de PaaS.

As tecnologias PaaS são totalmente voltadas para capacitar as equipes de DevOps para desenvolver e implantar aplicativos mais rapidamente. Como aplicativos da Web são atualmente a escolha da crescente economia digital e o Cloud Foundry é a plataforma de código-fonte aberto padrão do setor para implantações PaaS, fechar essa aquisição foi uma parte importante da estratégia da SUSE. O recente upgrade da SUSE para uma participação de nível platina na Cloud Foundry Foundation marca um forte comprometimento para fornecer recursos PaaS de nível empresarial para clientes e parceiros por todo o seu ecossistema.

Docker
A tecnologia Cloud Foundry PaaS usa tanto o software Docker como o Kubernetes. O Docker é uma plataforma comercial líder para projetar aplicativos que são executados em containers altamente portáteis. O Kubernetes é um sistema de código-fonte aberto para implantação, dimensionamento e gerenciamento de aplicativos empacotados em containers. Essas duas soluções líderes estão, juntamente com o SUSE Linux Enterprise MicroOS, no cerne da nova plataforma SUSE CaaS (Containers as a Service). Consulte o blog de 10 de novembro de 2016 de Sarsene para saber mais sobre a plataforma CaaS.

Novo talento para aproveitar ao máximo a aquisição

Com as aquisições de tecnologia da SUSE, vêm diversos antigos membros do pessoal técnico da HPE — engenheiros, gerentes de produto, engenheiros de sistemas e aqueles que têm conhecimentos e experiência para ajudar a SUSE a atingir suas metas em IaaS e PaaS. Com sua ajuda, a SUSE fortalecerá seu roteiro do SUSE OpenStack Cloud e acelerará sua entrada no mercado PaaS.

SUSE recepcionou esses novos funcionários bordo no dia a HPE anunciou o fechamento da aquisição e eles já estão completamente engajados com os membros do pessoal existente.

Um relacionamento não exclusivo de respeito mútuo

A HPE nomeou a SUSE como seu parceiro preferencial para Linux, OpenStack IaaS e Cloud Foundry PaaS, e agora construirá seu Helion OpenStack e Helion Stacato com tecnologias da SUSE. Esse novo e sólido relacionamento significa que os clientes da HPE se beneficiarão do investimento e das inovações que a SUSE dedicou aos seus produtos Linux, OpenStack IaaS e Cloud Foundry PaaS. E, como esse relacionamento de respeito mútuo não é exclusivo, os atuais e futuros parceiros da SUSE, incluindo OEMs (fabricantes de equipamento original) e IHV (fornecedores de hardware independentes), também serão beneficiados.

Mais ganhos

Como você pode se lembrar, na edição anterior da SUSE Insider, a SUSE também adquiriu recentemente a openATTIC. Em conjunto com os especialistas da openATTIC que se juntaram à equipe da SUSE no fechamento, essa aquisição fortaleceu a atuação da SUSE na área do armazenamento definido por software, assim como o OpenStack e o Cloud Foundry fortalecerão sua atuação no campo de IaaS e PaaS. Embora a SUSE Insider não seja capaz de falar sobre possíveis aquisições futuras, podemos dizer que todas as aquisições da SUSE beneficiam ou beneficiarão a SUSE, seus parceiros, clientes e a comunidade Open Source de maneira geral. A SUSE é, como se diz, uma empresa em movimento.

As notas de configuração do boletim CERTIFICAÇÃO YES são o “Lado Negro” da compatibilidade de hardware?

Autor: Kay Tate

Kay Tate é gerente dos programas ISV na SUSE, propulsionando o suporte das plataformas SUSE por meio de ISVs e em todas as categorias e verticais essenciais. Ela trabalhou e desenvolveu programas para UNIX e Linux ISVs por quinze anos na IBM e desde 2009 está na SUSE. Suas responsabilidades incluem gerenciar o Catálogo de software de parceiros da SUSE e o recrutamento de aplicativos solicitados pela equipe de Vendas, criar iniciativas de parceiros e simplificar os processos da SUSE e do PartnerNet para ISVs.

A resposta fácil é: de maneira nenhuma! Isso vem de uma pessoa com anos de experiência em CERTIFICAÇÃO YES, não algum intruso que, de repente, tem a sua Força despertada de um dia para o outro! Por favor, continue lendo, porque o "medo é o caminho para o lado escuro" e "difícil de ver, o Lado Escuro é"!

Em um conjunto de várias partes de blogs eu descrevi, em detalhes, todas as informações contidas em um boletim de CERTIFICAÇÃO YES. Esses blogs anteriores destacaram o que está em um boletim, como ler e entender o que foi validado durante os testes de certificação e, finalmente, como cada seção do boletim que pode ajudar você a entender a compatibilidade de hardware específica. Neste blog mergulharei um pouco mais profundamente para oferecer informações mais detalhadas sobre a seção Notas de configuração de um boletim. No processo, responda à pergunta: as Notas de configuração de um boletim CERTIFICAÇÃO YES são ruins? Na primeira frase acima, você já conhece minha resposta a essa pergunta, mas, como em todas as boas férias, parte da diversão está na viagem.

Vamos começar pelo princípio. Se você ainda não sabe, o melhor lugar para pesquisar por um boletim de hardware CERTIFICAÇÃO YES é https://www.suse.com/yessearch/. Caso queira ler meus blogs anteriores detalhando tudo sobre o boletim CERTIFICAÇÃO YES, visite https://www.suse.com/communities/blog/author/Jackman1/ e encontre as quatro partes da série do blog intitulada “SUSE YES Certification bulletin exposed.”

A seção Notas de configuração de um boletim pode estar em branco ou conter um ou mais destaques sobre uma configuração certificada. Ela pode conter soluções alternativas necessárias ou uma funcionalidade que conseguimos ou não fazer funcionar, ou até mesmo adições necessárias; como drivers atualizados. As Notas de configuração em um boletim conterão dados essenciais que você deve conhecer ao implementar o SUSE Linux Enterprise em uma plataforma de hardware específica.

As informações fornecidas por uma Nota de configuração podem variar desde a instalação/boot até um dump de memória (kdump) ou drivers de kernel atualizados e atualizações de manutenção necessárias. A grande maioria das notas de configuração é de natureza informativa, algo que você deve saber se estiver instalando e configurando o SUSE Linux Enterprise em uma plataforma de hardware certificada. Elas podem fornecer mais informações sobre como os discos foram configurados durante os testes de certificação. Uma das principais propostas de valor da certificação de hardware é a capacidade de capturar e documentar uma configuração de funcionamento conhecido. Isso pode ser usado como um guia de compra de hardware ou como uma técnica de solução de problemas para resolver um problema de um sistema.

É possível que um boletim de certificação não tenha nenhuma nota de configuração? Sim. Muitas certificações de sistema são concluídas sem problemas, e o boletim de certificação contém uma grande quantidade de informações de configuração. Mas, na minha opinião, se você se deparar com um boletim que não tenha NENHUMA nota de configuração, pergunte-se o que a entidade certificadora (normalmente, o fornecedor do hardware) não está dizendo! Mas, novamente, é possível que o boletim de certificação contenha tudo o que você precisa saber. Como um lembrete, um dos objetivos de um boletim de certificação é fornecer dados úteis sobre a configuração do hardware/sistema operacional!

Assim como mencionado acima, as notas de configuração podem listar como o sistema operacional foi instalado, talvez a partir de um DVD interno (se um DVD interno estiver listado na Configuração testada, isso pode ser uma indicação também) ou de um DVD virtual ou até mesmo por um DVD conectado via USB. A nota de configuração poderia indicar que o sistema foi instalado do PXE (Preboot Execution Environment) na rede, com um carregador de boot UEFI (Unified Extensible Firmware Interface) ou usando uma instalação legada. Uma nota de configuração poderia listar que foi usado um Kit de instalação, um Kit de drivers ou um kISO; todos eles são apenas mídias de instalação atualizadas fornecidas pela SUSE para resolver um problema conhecido no hardware. Nota: os problemas que essas atualizações resolvem podem ser capacitadores de um novo hardware de ponta que não estava disponível quando o sistema operacional foi originalmente lançado.

Uma nota de configuração poderia fornecer a quantidade necessária de memória para que o kdump funcione corretamente, permitindo que uma imagem de kernel de travamento válida seja capturada (quando uma definição padrão não funciona). Ela pode dizer se a atualização de manutenção do SUSE Linux Enterprise foi usada durante os testes de certificação. Normalmente, isso significa que o hardware requer uma atualização no sistema operacional para funcionar em compatibilidade de pico. Ela também poderia listar uma versão de driver específica que foi instalada durante os testes.

As notas de configuração também listam a funcionalidade de gerenciamento de energia que é ou não suportada no hardware. Funcionalidades de energia, como hibernação, modo adormecido, controle do ventilador ou monitoramento térmico, suporte de bateria ou dimensionamento da frequência da CPU. Pode haver informações sobre uma solução alternativa para uma função de gerenciamento de energia específica. Pode também documentar como habilitar uma função de gerenciamento de energia, modificando um arquivo de configuração ou usando uma linha de comando específica para que a função opere. Ela poderia descrever uma alteração nas configurações do sistema.

As notas de configuração podem incluir informações básicas, como se o sistema foi testado como uma configuração sem periféricos, sem nenhum adaptador gráfico. Elas podem listar um URL onde informações mais específicas sobre a instalação estão disponíveis pelo fabricante do hardware.

A categoria final das notas de configuração que será abordada aqui está relacionada a certificações específicas à virtualização. Elas podem ser certificações Xen ou KVM, ou uma certificação de hipervisor de terceiros. Essas notas de configuração normalmente estão relacionadas a parâmetros de configuração ou de inicialização do host de virtualização. Elas podem conter drivers de virtualização específicos da SUSE usados durante o teste, como o VMDP (Virtual Machine Driver Pack). Uma nota de configuração também pode conter dicas de instalação de convidados ou uma solução alternativa, possivelmente até mesmo uma maneira recomendada de instalar o convidado. Começando pelo SUSE Linux Enterprise Server (SLES) 12, todos os boletins de virtualização Xen e KVM terão uma nota de configuração listando se o hardware suporta SR-IOV (Single Root I/O Virtualization) de rede ou passthrough PCI de rede. Se um desses recursos for suportado, ela também listará o adaptador de rede utilizado durante os testes. Nota: SR-IOV e passthrough PCI são maneiras de usar um adaptador de rede host diretamente em um convidado de virtualização.

As notas de configuração também listam coisas que não são compatíveis entre o hardware e o sistema operacional. Certa terminologia, como "não suporta" ou "não suportado", é encontrada nessas notas de configuração. Mas a grande maioria das notas de configuração é apenas informativa, elas ajudam nossos clientes a ter uma melhor experiência e fornecem informações detalhadas de compatibilidade do hardware/sistema operacional.

Esperamos a CERTIFICAÇÃO YES e os boletins YES possam ajudar você a tomar melhores decisões ao adquirir novos sistemas para a infraestrutura de sua empresa. O nosso objetivo é fornecer a você a capacidade de dizer "Eu sou um com a Força, e a Força está comigo", quando comprar servidores e estações de trabalho. Você pode encontrar mais informações sobre a CERTIFICAÇÃO YES DA SUSE em https://www.suse.com/partners/ihv/yes/ ou pesquisando por hardware com CERTIFICAÇÃO YES em https://www.suse.com/yessearch/. Você também pode rever os blogs anteriores sobre a Certificação YES nas publicações dos blogs CERTIFICAÇÃO YES.